Hoje acordei introspectivo, talvez por ser segunda-feira, talvez porque o dia está cinza, talvez porque eu esteja desconfortável com minha rotina, o que confesso que deva ser a razão mais forte para este sentimento, por mais que eu não queira admitir. Quase sempre a introspecção vem acompanhada por outro sentimento que me causa desconforto, o saudosismo.
O saudosismo existe principalmente porque você não se tornou ou você não é aquilo que sonhava ser quando era mais jovem. Saudades de um tempo em que o futuro nos pertencia e que os compromissos assumidos não eram tão rígidos como são hoje e para piorar, estou ciente que estes e outros compromissos serão mais duros num futuro não tão distantes.
A primeira grande responsabilidade que nos assombra, aparece em torno dos dezessete ou dezoito anos de idade, esta assombração tem nome e sobrenome: entrar numa boa faculdade. Neste momento, no auge de grandes descobertas e liberdades não nos deparamos que estamos tomando a primeira grande decisão de nossas vidas que pode ser resumida por uma pergunta antiga: o que você vai ser quando crescer?
Jovens e verdes, usualmente escolhemos o que seremos quando crescer muito influenciados pelas carreiras dos pais, irmãos mais velhos com uma pitada de cobrança social. Esta cobrança vem fantasiada como pessoas bem sucedidas e, principalmente, endinheiradas. Aqui muitos, mas muitos, entre estes muito, eu, escolhemos o que os outros querem o que sejamos no futuro e não o que queremos ser. Primeiro grande equívoco de nossas vidas.
Neste momento da vida, embriagados pela nova rotina e pela grande quantidade de possibilidades, não percebemos que existe a possibilidade de dar alguns passos para trás e tentar corrigir o rumo do que queremos para “eu mesmo”. Acabamos por entrar numa espiral que se torna mais densa e complexa, além de mais custosa para ser rompida. Entenda como custo, não apenas o fator financeiro, mas o compromisso assumido perante aos que estão em nossa volta, o nosso tempo, o nosso equilíbrio emocional e o nosso desgaste psicológico em assumir e corrigir uma rota que nos levará ao que os outros esperam de nós e não a uma jornada em direção ao que nós queremos ser.
Após esta pequena reflexão, onde consigo perceber quantas vezes eu me dediquei e busquei atender a expectativa dos outros, muita vezes indo contra a minha vontade pessoal, percebendo a quantidade de decisões equivocadas tomadas ao longo dos últimos 15 anos. Resolvi me dedicar a aquilo que eu acredito que me trará satisfação plena para mim, decidi que não será nenhuma segunda-feira cinzenta apagará o brilho dos meus olhos e o gosto de olhar no espelho todo remelento ostentando um sorriso aberto para mim mesmo e não para os outros!
Fantasias, sonhos, idéias, vontades necessitam de dedicação, esforço e planejamento para se tornarem realidade e, principalmente, trazerem satisfação para mim! O que você esta fazendo por você e não pelos outros?
O saudosismo existe principalmente porque você não se tornou ou você não é aquilo que sonhava ser quando era mais jovem. Saudades de um tempo em que o futuro nos pertencia e que os compromissos assumidos não eram tão rígidos como são hoje e para piorar, estou ciente que estes e outros compromissos serão mais duros num futuro não tão distantes.
A primeira grande responsabilidade que nos assombra, aparece em torno dos dezessete ou dezoito anos de idade, esta assombração tem nome e sobrenome: entrar numa boa faculdade. Neste momento, no auge de grandes descobertas e liberdades não nos deparamos que estamos tomando a primeira grande decisão de nossas vidas que pode ser resumida por uma pergunta antiga: o que você vai ser quando crescer?
Jovens e verdes, usualmente escolhemos o que seremos quando crescer muito influenciados pelas carreiras dos pais, irmãos mais velhos com uma pitada de cobrança social. Esta cobrança vem fantasiada como pessoas bem sucedidas e, principalmente, endinheiradas. Aqui muitos, mas muitos, entre estes muito, eu, escolhemos o que os outros querem o que sejamos no futuro e não o que queremos ser. Primeiro grande equívoco de nossas vidas.
Neste momento da vida, embriagados pela nova rotina e pela grande quantidade de possibilidades, não percebemos que existe a possibilidade de dar alguns passos para trás e tentar corrigir o rumo do que queremos para “eu mesmo”. Acabamos por entrar numa espiral que se torna mais densa e complexa, além de mais custosa para ser rompida. Entenda como custo, não apenas o fator financeiro, mas o compromisso assumido perante aos que estão em nossa volta, o nosso tempo, o nosso equilíbrio emocional e o nosso desgaste psicológico em assumir e corrigir uma rota que nos levará ao que os outros esperam de nós e não a uma jornada em direção ao que nós queremos ser.
Após esta pequena reflexão, onde consigo perceber quantas vezes eu me dediquei e busquei atender a expectativa dos outros, muita vezes indo contra a minha vontade pessoal, percebendo a quantidade de decisões equivocadas tomadas ao longo dos últimos 15 anos. Resolvi me dedicar a aquilo que eu acredito que me trará satisfação plena para mim, decidi que não será nenhuma segunda-feira cinzenta apagará o brilho dos meus olhos e o gosto de olhar no espelho todo remelento ostentando um sorriso aberto para mim mesmo e não para os outros!
Fantasias, sonhos, idéias, vontades necessitam de dedicação, esforço e planejamento para se tornarem realidade e, principalmente, trazerem satisfação para mim! O que você esta fazendo por você e não pelos outros?
jk
Andamos de mão dadas Gigantes... "Fantasias, sonhos, ideias, vontades necessitam de dedicação, esforço e planejamento para se tornarem realidade e, principalmente, trazerem satisfação para mim! O que você esta fazendo por você e não pelos outros?"
ResponderExcluirAssino embaixo.
Gustavo Giglio. mr.G
do caralho Alan....
ResponderExcluirEu também te amo, CORAJOSO ALAN.
ResponderExcluirCOISA fofa do tio Paulão.
Do caralho, já MANDEI o Bax ler.
E disse que ele tem que ser o que ele quer.
Mas ele está reclamando porque eu QUERO que ele seja o que ele quer.
PUTZ!!!
PV
Xiii filhinho rebelde?
ResponderExcluirdaqui a pouco ele vai cair na bebida..
pede pra ele me chamar tá?